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#Papodebuchuda: Clexane - As 'Picadinhas do Amor'


Olá, gente... vocês leram nosso último post, né? Se não, rola a página um pouquinho mais abaixo pra entender essa história desde o comecinho.

Lá, a Kil relata que tem trombofilia, riscos de trombose, aborto e etc.. mas nesse post queremos falar sobre o tratamento, que foi a solução pro caso da Kil. Quarta-feira que vem, o Joãozinho já vai estar dando as caras e a gente não poderia deixar de abordar esse assunto, que primeiramente Deus e depois a medicina, vem mantendo a gestação da Kil.

'Após procurar os especialistas corretos; uma excelente hematologista e uma obstetra, descobri que a minha solução seria a utilização da Enoxaparina. Mesmo assim, ainda corria os riscos, mas eles diminuiriam bastante durante o uso da medicação. Então, não tive dúvidas... assim que engravidei, iniciei o tratamento.'


Kil, sua louca! Isso são INJEÇÕES?? 

'Sim, sim... todo santo dia e até após o parto, tomo essas injeções. Essas são as 'picadinhas de amor', (como as mamães com trombofilia costumam chamar); como um anticoagulante que permitiram que o sangue chegasse até a placenta para o bebê se desenvolver no útero. A versão mais conhecida do medicamento é o 'Clexane'. Todo santo dia, no mesmo horário, desde que descobri a gravidez, eu aplico uma delas na barriga, sempre ao redor do umbigo. No começo meu marido aplicava, mas quando é a gente mesmo, dá pra ir dosando a dor, sabe...'

'Se doem? Doem, muito! Mas com o tempo fui me acostumando. O gelo se tornou meu maior aliado. Dor maior é perder um filho... Hoje com a barriga maior, e com a pele mais esticada, os hematomas estão bem maiores, mas nada que o tempo não cure. Após o parto, ainda continuo tomando elas por 15 dias. Na foto abaixo, dá pra ver as marquinhas do meu amor por João Benício (ainda eram pouquinhas, em relação a como está hoje).'


Faria tudo de novo pra ter meu bebê nos braços. E o bom foi conhecer outras mamães que passaram também por isso e hoje já estão com seus bebês. É como se virasse uma corrente de ajuda, sabe... uma conforta a outra e troca experiências de vida. Não é loucura juntar as injeções utilizadas, (rsrsrs), acho que todas que usam a medicação, juntam. Em breve, a foto irá mudar; terá um menino bochechudo aí no meio kkkk...

Orem por nós! Deus nunca nos desamparou, mas faltando uma semana, dá um nervosinho danado. Deus abençoe vocês e sintam-se a vontade pra compartilhar esse post pra as amigas e tentantes. Informação é tudo!

Beijos!


#Papodebuchuda: A Gestação da Kil - Trombofilia e Gravidez



"Só quem já cruzou deserto, saberá chorar em frente ao mar"

Pense que coisa difícil escrever sobre esse assunto... mas cremos que servirá de utilidade para as tentantes e mulheres que planejam engravidar um dia. Sabe aquela coisa de... só sabe quem passa? Como a Kil passou, resolvemos compartilhar para que mais casos assim sejam evitados. Não sou médica, tá? rsrsrs... mas posso dizer que já pesquisei bastaaante sobre o assunto.

Pois é... assim começou a saga da Kil:

Sempre sonhei em ser Mãe, mas após passar por um fantasma chamado Aborto, tudo parecia mais complicado. Minha obstetra (com toda sua experiência) parecia que já sabia do que se tratava e desconfiou de Trombofilia. What? O que é isso? Foram minhas primeiras perguntas... Me passou uma bateria de exames e me explicou que provavelmente os nutrientes não passavam pra o bebê. Saí do consultório meio zonza e fui buscar mais no 'Pai dos Burros', quer dizer... Google!

Afinal, o que é a trombofilia? Resumindo baaastante, pode se concluir que:

"A doença é uma predisposição à trombose. Se caracterizam por alterações (adquiridas com o tempo, ou hereditárias), que fazem o sangue ficar em estado de hipercoagulabilidade. Com a 'solidificação' sanguínea, os riscos de trombose aumentam, bem como o entupimento de artérias e veias.
Na gravidez, as chances se multiplicam. As gestantes já tem um estado de hipercoagulabilidade típico da gravidez, por isso a ameaça de eventos trombóticos aumenta em várias vezes."

Essa imagem aqui, vai explicar melhor pra vocês!



Infelizmente hoje, devido à falta de conhecimento (aconteceu comigo), uma mulher só descobre a trombofilia após o aborto, ou após sofrer uma trombose de fato. Ter uma trombofilia não leva a pessoa a ter um evento trombótico. Ele só acontece quando existe o estímulo de algum fator externo.Por isso, se alguma de vocês já passaram por isso, é bom conversar com o ginecologista/obstetra sobre o assunto, apesar de muitos deles só investigarem a partir do 3º aborto (uó)!  

Corri para fazer os exames. Infelizmente são bem caros...Os que eram cobertos pelo plano de saúde, não acusaram nada, então parti para os particulares. Nem todos os laboratórios fazem e o material é enviado para fora do estado para realizar a análise. Boas notícias são que projetos de lei estão tramitando para viabilizar a identificação do problema pelo SUS (oremos)!

Quando realizei os exames particulares descobri meu problema; dois tipos de trombofilias hereditárias (sim, existem váááários tipos delas, se eu for detalhar todas aqui pra vocês, o post vai ficar enorme)! Descobri que tenho a Mutação de MTHFR e a Mutação PAI, ambas perigosas e que oferecem riscos cardíacos, além de outra gravidez interrompida :( 

Daí tu imagina minha preocupação né? Eu e meu marido passamos por provações que só Papai do Céu sabe. Mas, nossa fé em Deus era muito maior, e sabíamos que Ele ia fazer a vontade dele! Eu nasci através de um milagre e o João Pai também... com Joãozinho, Deus também vem mostrando sua bondade e fidelidade.

Bem, o post vai ficando por aqui, mas continuaremos com a história e com a 'solução do problema' que até agora com a ajuda de Deus vem dando certo! Enquanto eu escrevo aqui, o Joãozinho tá é dançando de alegria na minha barriga :) O momento final está chegando... orem por nós, amores!

Beijos e até o próximo post! Kil <3


João Benício em 3D/4D – Cuidar Medicina Fetal


Ontem a Kil passou por uma experiência maravilhosa. Ver o bebê em 3D. Quem nos acompanha nos Stories do Instagram, sabe que a ‘resenha’ foi grande, porque o Joãozinho se ‘invocou’ e não queria mostrar as caras (rsrsrs).

Os ultrassons 3D ou 4D podem ser feitos durante o pré-natal, desde a 9ª semana de gestação. Para quem quer ver o bebê na morfológica do 3º trimestre, o ideal seria entre as semanas 28 e 30, mas a Kil se atrasou e fez com 33 (kkk). Não apenas para ver o rostinho do bebê (que é a grande ansiedade dos pais), eles são realizados também para ver detalhes físicos do bebê e avaliando a presença e também a gravidade de possíveis doenças.

O diagnóstico é tão completo que dá até para observar os detalhes do coração do bebê (semelhante a um ecocardiograma fetal) e verificar os fluxos de sangue da mãe para o bebê através do doopler colorido. E claro, que a Drª Adriana Alencar e os equipamentos da Cuidar Medicina Fetal também ajudam bastante.

Sem falar na paciência da Drª Adriana (que é essa LINDA aqui)


As intermináveis tentativas do Joãozinho posar para uma foto valeram a pena! Ele no início todo tímido, tava com a cara enfiada na placenta, se escondendo mesmo! Quando não era isso, eram as mãos no rosto, o braço, o cordão umbilical... até a ‘pitoca’ ele mostrou, menos o rosto (kkkkkk).

Enquanto ele fazia charme, a Drª Adriana aproveitou para avaliá-lo nos mínimos detalhes. Graças a Deus está tudo certo e não existe recompensa melhor do que ouvir isso.  No final, ele resolveu ser mais amigável e tirou a ‘cara do travesseiro’...

Olha eu aqui, zenti!


Com o cordão umbilical perto da boca e fazendo pose de herói 


De perfil



Fazendo bico <3

PS: (essas são 'fotos das fotos', tá gente... a resolução das digitais são ainda melhores, mas não aguentamos e viemos mostrar logo!)


Desde Fevereiro/2017, as 3 especialistas e sócias se juntaram e atuam na Cuidar realizando Ultrassonografias Ginecológicas, para fins de Reprodução Humana, Obstétricas (com disponibilidade de exames morfológicos, com Doopler, e 3D/4D), procedimentos diagnósticos, Ecocardiograma Fetal e consultas especializadas para gestações identificadas com alterações fetais.

Ah, o Instagram da clínica é cheio de informações e novidades para as mamães e tentantes <3 @cuidarmedicinafetal.

Corpo clínico:
Drª Adriana Lima de Alencar – CRM 17.276
Drª Fernanda Figueiroa Maranhão – CRM 18.050
Drª Raiane Negreiros Brandt – CRM 16.812

Endereço/Contato:
Av. República do Líbano, 251, Sala 2901, Torre C (3)
Empresarial Riomar Trade Center, Pina, Recife-PE

(081) 3352-9157 e (081) 99374-5445

Beijos e até a próxima!

Tags para porta mantimentos e porta condimentos



Eita que essa vibe 'bela, recatada e do lar' tá tomando conta geral desse Blog, né? Melhor é saber que vocês gostam tanto das coisas que compartilhamos :) Obrigada pelo carinho e pelo feedback!

Gente, resumindo... encontramos essa inspiração no Pinterest e achamos super bacana. Por que não fazer isso em nossas humildes residências que estão tentando ficar organizadas? kkkkk...
Olha que bonitinho!


São tags imitando chalkboard (como se fossem quadrinhos) que identificam os alimentos que contém nos recipientes. Vamos combinar que tudo padronizado assim fica lindo, né? Abaixo seguem alguns que encontramos pra se vocês quiserem, imprimirem. A recomendação é se for imprimir em papel normal, colocar um papel contact por cima, afinal a gente não quer que a água manche né?!

A imagem abaixo ainda tem alguns em branco, caso vocês queiram editar e colocar mais algum ingrediente. 

Nesse link em seguida, encontramos no site Pimenta e Sal esse bem bacana, com alguns temperos pra quem e mais gourmetizado (hahaha). Também tem alguns que são limpos para serem editáveis. 
Clica aqui!

Caso vocês não acharem algum ingrediente nesse, o Google tá repleto destes para imprimir. O que vale é ter tudo bonitinho e organizado né... Gostaram dessa dica? Podem nos pedir mais coisinhas que a gente posta pra vocês, combinado?

Beijos!